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Imagens Sensuais e Posições Sexuais

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O Orgasmo Vaginal existe?

O orgasmo vaginal existe?

Se existe um debate antigo, é esse: ativo desde pelo menos os dias de Sigmund Freud, o grande mistério permanece – as mulheres podem obter o clímax através apenas da estimulação vaginal? E há alguma diferença entre os chamados orgasmos clitorianos e vaginais?

Uma nova série de estudos afirma que o orgasmo vaginal e clitoriano são, de fato, fenômenos distintos, ativando diferentes áreas do cérebro e, talvez, revelando as principais diferenças psicológicas entre as mulheres.

Na teoria, desvendar o mistério de saber se existe orgasmo vaginal deveria ser simples: perguntar às mulheres se elas o têm. Mas, na prática, é um pouco mais difícil detalhar a estimulação sexual que leva ao orgasmo.

O ginecologista francês Odile Buisson argumenta que a parede frontal da vagina está intimamente ligada às partes internas do clitóris, e estimular a vagina sem ativar o clitóris pode ser quase impossível. Assim, orgasmos “vaginais” poderiam ser orgasmos clitorianos com outro nome.

Outra pesquisa, entretanto, sugere dois tipos distintos de orgasmo feminino. Barry Komisaruk, da Universidade Rutgers,
conduziu vários estudos em que as mulheres se masturbavam, enquanto seus cérebros eram escaneados com ressonância magnética funcional.

Os resultados mostram quais áreas do cérebro sensoriais se ativam em resposta à estimulação. “Se a estimulação da vagina é simplesmente via estímulos clitorianos, então a estimulação vaginal e estimulação clitoriana deveriam ativar o mesmo local no córtex sensorial”, disse Komisaruk. “Mas não é isso que ocorre”.

As áreas cerebrais de estimulação clitoriana, vaginal e cervical ficam próximas, mas apenas se sobrepõem ligeiramente, como um “cacho de uvas”.

Também há outras provas de vários tipos de orgasmos. Mulheres relatam que o orgasmo vaginal e clitoriano parecem diferentes. Também relatam orgasmos a partir de atividade física ou imaginação. Mulheres com lesão medular, que corta toda a comunicação entre o clitóris e o cérebro, ainda podem ter orgasmos com estimulação vaginal.

“O orgasmo em mulheres está no cérebro, pode ser sentido e estimulado de várias regiões do corpo, bem como a partir de imagens por si só”, disse Beverly Whipple, uma das descobridoras do controverso “ponto G”, uma área na parede frontal da vagina que pode ser particularmente sensível à estimulação sexual.

Um outro estudo descobriu que mulheres que têm orgasmos vaginais têm uma frequência cardíaca de repouso mais baixa.

Outras pesquisas descobriram que mulheres que têm orgasmo sem estimulação clitoriana são menos propensas, em média, a usar certos mecanismos psicológicos desajustados de enfrentamento, como somatização (sintomas psicológicos que se manifestam como queixas físicas), deslocamento (deslocar uma emoção sobre uma pessoa ou objeto para outro), e isolamento de afeto (desligar as emoções de experiências).

“Imparidade do orgasmo vaginal está associado especificamente com uma variedade de outras deficiências psicológicas”, afirma o psicólogo Stuart Brody, que esteve envolvido nesse estudo.

Os resultados dessa pesquisa não devem ser entendidos como um juízo de valor sobre as mulheres que não experimentam o orgasmo vaginal. Brody apenas argumenta que ensinar as mulheres que os orgasmos se originam apenas no clitóris diminui os orgasmos vaginais, o que poderia contar como “negligência”.

Enfim, os dados, as pesquisas e as opiniões dos especialistas são muito variados. Sobrou para você, mulher, concluir no quê acredita (baseado no que sente).

Mas um mito que todos os pesquisadores concordam que deve ser abolido é de que a vagina é insensível. Essa ideia começou a se espalhar devido ao sexólogo Alfred Kinsey, que relatou que as mulheres não respondiam à sensação de um fio de algodão esfregado ao longo de suas paredes vaginais.

No mesmo estudo, mais de 90% das mulheres sentiu quando pressão foi aplicada às suas paredes vaginais. Mas a primeira informação gerou o equívoco de que a vagina e o colo do útero não causam nenhuma sensação.

Apesar de tudo isso, os cientistas dizem: a mulher tem um “equipamento” muito complicado. As que não têm orgasmo vaginal não devem se sentir inferiores. “Uma mulher deve ter um entendimento de quem é ela, como seu corpo é composto, mas não deve estar à procura de algo, como o orgasmo do ponto G ou o orgasmo vaginal, como se fosse uma necessidade, um dever, pois perderá o melhor do sexo”, disse a italiana Emmanuele Jannini, que encabeçou a nova pesquisa sobre os orgasmos vaginais e clitorianos serem diferentes.

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Projeto Fotográfico: Beijos

O fotógrafo britânico Andy Barter resolveu fotografar casais se beijando de uma maneira bem inusitada. Querendo fugir do comum, Andy criou uma série em que fotografou os beijos dos casais totalmente de cima. O resultado ficou bem bacana, digno de destaque por conseguir ver de forma diferente algo tão comum (e maravilhoso!) como um beijo. A única coisa trivial foi o nome da série: “Kiss”!

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Homens que apreciam SEIOS vivem mais, diz estudo

“Excitação sexual faz o coração bombear e melhora a circulação sanguínea”, diz médica da pesquisaOlhar para um par de seios durante dez minutos por dia é igual a 30 minutos de exercício aeróbico e pode prolongar expectativa de vida em até cinco anos, de acordo com um estudo alemão publicado no New England Journal of Medicine.

Depois de comparar a saúde de 200 pacientes do sexo masculino, 100 dos quais instruídos para ver os seios diariamente, a pesquisa revelou que os observadores desta parte da anatomia feminina tinham menor pressão arterial e mostraram menos propensos a desenvolver doenças coronarianas.

“Excitação sexual faz o coração bombear e melhora a circulação sanguínea”, disse a Dra. Karen Weatherby, uma das responsáveis pelo estudo. “Não há dúvida de que o hábito de olhar para os seios deixa os homens mais saudáveis??”, acrescentou.

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O que é o Ato Sexual de Milking?

Em uma relação entre um homem e uma mulher, de forma geral, torna-se evidente que um dos parceiros deve buscar naturalmente acomodar-se em uma posição de “submissão”, cedendo na maior parte do tempo à vontade e caprichos do outro. O mistério, aparentemente, está em como e em que intensidade isso ocorre.

Quando o lado que “presta contas” e obedece é o masculino, o segredo está em sua anatomia interna e não em seu membro ou, como muitos outros pensam, no tamanho deste. Muitas Dominadoras sabem explorar este aspecto, obtendo um excepcional volume de prazer em suas relações, enquanto outras insistem em trilhar um caminho muito mais complexo e árduo, adotando condutas inflexíveis, de conteúdo inadequado para o homem submisso.

Este último, convencido não apenas de forma ordinária, pela força bruta, a assumir suas novas responsabilidades e papel social mas, também, intimidado em elevado grau, torna-se incapaz de dedicar-se com intensidade, naturalidade e devoção ao prazer de sua Dona.

Através do emprego habilidoso e constante da estimulação anal profunda (ou, simplesmente, “milking”), contudo, a Dominadora não apenas terá acesso a verdadeira e voluntariosa submissão masculina, bem como ela reorientará os mais básicos instintos do escravo. Ele elevará sua gratidão e disposição para servir ao ponto mais alto ponto da escala de devoção, podendo ser usado como hábil instrumento de prazer para ela, em lugar de ser um simples e resignado objeto de humilhação.

A diferença qualitativa é enorme. E, uma vez que ele esteja doutrinado por estes princípios, a maior parte da noção de orgulho, egocentrismo, grosseria machista, assim como muito da excessiva preocupação e valorização do pênis, rapidamente desaparece.

Desta forma, ele aprende quem ele realmente é, quais são suas verdadeiras necessidades e quanto inapelavelmente são superiores às suas, as necessidades de sua Dona. Por fim, ele se entregará à sua Dominadora de coração, sem reservas ou resistência.

Mas, vocês devem estar se perguntando: O que é “milking”, afinal? Alguns pensam que é a ação repetida e impositiva da masturbação no servo até o ponto em que ele perde a capacidade de ejacular. Outros pensam que é a estimulação contínua do servo até o limiar da ejaculação, quando se interrompe o estímulo de modo a não permitir que ela se concretize, para logo em seguida recomeçar tudo de novo, submetendo o escravo a mais e mais excitação e deixando-o frustrado por nunca conseguir alívio. Ambos métodos descritos produzem uma diminuta margem de controle do servo por sua Dona. Se esta deseja um controle mais eficaz sobre seu submisso, um método mais eficiente e de resultados mais duradouros, como o “milking”, deve ser empregado.

O verdadeiro “milking” nega ao submisso uma das coisas que ele mais ama fazer: expelir a essência de masculinidade em uma selvagem e explosiva atitude. E este impedimento é obtido através da habilidosa violação de seu mais vulnerável e íntimo orifício. Em poucas palavras, o “milking” é a estimulação controlada da próstata do submisso, promovendo uma descarga “não eruptiva”, um fluxo “suave” e “lento”, em lugar do jorro súbito da ejaculação, notadamente porque este fluxo não é orgástico como a ejaculação. É como um enlouquecedor e constante verter de fluidos que drena as essências masculinas do submisso.

No milking a Dominadora evita o prazer completo do escravo mantendo-o no patamar de excitação que ela julgar adequado. Ele, por sua vez, sente-se bem estimulado mas toda a intensidade do estímulo é controlado por ela, o que o torna totalmente submisso à sua Dona.

Isto também é impedir o prazer masculino, mas de uma forma muito distinta. Neste caso sua sexualidade interior é manipulada até o ponto em que a servidão devida a ela torna-se seu único prazer, o que o transformará em um adorador de sua Rainha, permanentemente devotado, aplicado e sem reservas.

A próstata é uma glândula, do tamanho de uma amêndoa, que pesa cerca de 20 gramas e situa-se na base da bexiga e envolve a porção inicial da uretra. Sua função é produzir uma parte do líquido que forma o sêmen. Facilmente acessível pelo reto do homem, localiza-se cerca de 6cm do orifício anal, ou seja, à distância equivalente ao comprimento do dedo indicador (vide figura).

O milking é o constante e repetido estímulo da próstata e da área vizinha a esta (vesícula seminal e ampula). A contínua massagem da próstata força uma lenta descarga de sêmem através da uretra e do pênis. O resultado deste procedimento produz uma impressão tão forte na mente do submisso que, de forma inapelável, ele habilita-se e predispõe-se a ser escravo sexual da mulher que o realiza.

A massagem pode ser feita com os dedos ou por um dildo (vibrador). Os dedos são melhores para a estimulação, contudo os dildos funcionam muito bem e ainda auxiliam na impessoalidade da ação, garantindo que, mais rapidamente, o escravo perca completamente a inibição e se entregue por completo à massagem. Com o treino e a constância da prática do milking os resultados deste serão aperfeiçoados, obtendo-se, assim, total servidão e controle anal do submisso.

Os melhores dildos são os que possuem entre 15 e 20cm de comprimento (6 a 8 polegadas). Dildos com vibradores internos podem, dependendo da sensibilidade servo, potencializar o efeito. Dildos com nervuras, ressaltos ou algum tipo de textura sempre são mais eficientes para o milking que os totalmente cilíndricos ou lisos.

Diferentemente da masturbação, que resulta em explosivo orgasmo (ejaculação), massagear intensamente a próstata não é nada explosivo e nem tampouco extremamente prazeroso para o escravo. Massagear a próstata é “ordenhar” o servo em um lento processo que drenará parte de seus fluidos, bem como no drenará toda resistência ao poder e autoridade de sua Dona. O milking é, na maioria dos casos, hipnoticamente prazeroso mas de modo algum compara-se ao prazer de ejacular, seja quando o escravo masturba-se ou quando é masturbado.

Durante o milking, os líquidos fluem em lentas gotas.   De modo diferente da masturbação convencional, enquanto se estimula a próstata faz-se necessário “espremer” o pênis, no sentido da sua base para a glande, a fim de auxiliar a expulsão dos fluidos.

Se a estimulação na próstata é realizada através de um strap-on (dildo preso à uma cinta especial vestida pela Dona), os fluidos, tão logo sejam extraídos, devem ser esfregados nos lábios e narinas do submisso. Tal prática auxilia enormemente o processo de recondicionamento do escravo, pois reforça em sua mente a conexão de idéias entre o discreto prazer da massagem, o odor e sabor de seus fluidos, a submissão à sua Dona e a violação anal.

Sempre que penetrado em seu ânus por um dildo e, com o objetivo de otimizar a estimulação da próstata, o submisso deve auxiliar sua Dona a manter permanentemente o dildo em contato com sua glândula, curvando seu corpo e posicionando-se de acordo a maximizar a ação deste sobre a próstata e a área circunvizinha.

Evidentemente, a estimulação será amplamente aumentada se o servo mover ligeiramente seus quadris em várias direções. Com a prática o submisso perderá a inibição de rebolar no dildo de sua Dona. Deste instante em diante, não só sua Dona o penetra em sua bundinha mas, também, ele se auto-estimula e, eroticamente “dança” para a glória de sua Dominadora.

Outra coisa sobre milking é que o lento gotejamento dos fluidos do escravo sempre deixa-o apenas parcialmente satisfeito e, graças a isso, mantém-o constantemente frustrado sexualmente. Na estimulação profunda da próstata o submisso tem, durante o tempo todo, a sensação de estar à beira do êxtase, no limiar do seu orgasmo, e isso o faz prosseguir, rebolando no dildo, introduzindo e retirando este mais e mais rápido, na esperança de ejacular e satisfazer-se. Cego pelo encantamento de sua Dona e, enfeitiçado pela hábil manipulação dela, ele insiste, geme, se entrega, treme, mas não consegue se satisfazer plenamente.

Isto é maravilhoso para as Dominadoras porque, na maior parte dos casos, após uma ejaculação convencional os submissos perdem muito de sua subserviência, ficam lentos e insolentes, acarretando temporária perda de controle por parte da Dona. Com o milking isso não ocorre. No lugar de um jorro orgástico e intenso, apenas algumas gotas de fluidos masculinos são extraídas pelas mãos hábeis da Dominadora. Desta forma, o escravo nunca fica completamente satisfeito sexualmente, mantendo-se permanentemente frustrado, submisso, obediente e atencioso.

Ele, também, implorará e suplicará até às lágrimas para que sua Dona continue penetrando-o com o dildo, pois assim ele terá a sensação de chegar mais e mais próximo da condição que o permitirá ejacular. Contudo, mesmo que com esta estimulação ele consiga chegar ao ponto da ejaculação, esta ocorrerá sem as sensações de orgasmo típicas de uma ejaculação convencional.

A sensação experimentada pelo submisso com o milking assemelha-se um pouco com aquela que uma mulher sente durante carícias, beijos e sexo oral rápidos e incompletos em seu clitóris, do tipo que despertam muito desejo mas, no fundo não são prazerosos em si, especialmente quando interrompidos. Evidentemente, se a estimulação no clitóris é bem realizada e feita sem interrupção, a mulher atingirá o orgasmo de maneira violenta e total.

No milking, no entanto, desde que a excitação dele seja mantida abaixo do ponto de ejaculação, ou seja, não estimulando o pênis ou promovendo ereção, a Dominadora poderá prolongar a manipulação de seu ânus pelo tempo que desejar. Isto o fará implorar por mais e mais estimulação, na vã esperança que esta poderá fornecê-lo o violento e explosivo orgasmo que deseja.

Entretanto, a cruel e deliciosa verdade é que ele nunca se satisfará, não do jeito e com a intensidade que gostaria. Incapaz de se satisfazer sozinho e acreditando que sua Dona seja a única fonte de prazer que possui, o escravo se colocará voluntariosamente submisso aos pés de sua Dona, indefinidamente sujeito aos seus caprichos.

Com a prática do milking, também,   o escravo mostra-se mais e mais apto para agraciar e satisfazer sua Dona, bem como torna-se mais disposto a submeter-se aos extremos de sua dominação.

A Dominadora que mantiver o submisso sempre analmente estimulado, convenientemente “ordenhado” e impedido de realizar-se através de uma ejaculação completa, logo o verá implorar pela oportunidade de sentir-se preenchido por ela. Nestas sessões ele será pouco a pouco condicionado pelas suaves e marcantes sensações do milking a descobrir que, permitir ser penetrado e usado pela sua Dona, oferecendo a esta seu mais íntimo orifício, é a mais sincera e intensa maneira que ele agora possui de agraciá-la e reverenciá-la.

Então, sua Rainha o provocará, deixando-o muito excitado mas, negando a ele um orgasmo completo, o “ordenhará”, condicionando-o aos seus caprichos, estimulando-o desejar sentir seu ânus preenchido pelo strap-on dela, e fazendo-o sentir seu pênis perder mais e mais sua função sexual primária, transformando-o em um monumento ereto e molhado de fluidos, expressão máxima de seu incontido desejo pela sua Dona.

Ela também poderá, se quiser, condicioná-lo a continuamente desejar ser amarrado ou imobilizado, amar ser espancado e chicoteado, bem como suplicar por provar seus próprios fluidos masculinos e implorar por ser penetrado e abusado sexualmente por longos períodos.

Sua Dona poderá, ainda, sentar-se sobre sua face enquanto o penetra firmemente com um dildo, estimulando sua glândula e forçando-o a satisfazê-la oralmente, em sua vagina e ânus, esfregando seus órgãos na boca, lábios e nariz dele, pelo tempo que ela determinar ou, até ele adquirir a habilidade de proporcionar a ela orgasmos repetidos e múltiplos.

Outra prática recomendável é fixar o dildo em algum lugar, como o espaldar de uma cadeira, valendo-se para tanto da própria cinta do strap-on ou outro método e, então, encostar a cadeira na lateral da cama.   Depois, posicionando o submisso de quatro sobre a cama, penetrá-lo com dildo, enquanto a Dona deve e posicionar-se à sua frente.

A Dominadora aí, poderá optar deitar-se de costas ou, à exemplo do seu escravo, permanecer de quatro. Em ambos casos o objetivo é obrigar o escravo estimular seu próprio ânus através do dildo, ao mesmo tempo em que ele deve venerar oralmente as mais cobiçadas partes do corpo de sua Dona.

Esta é uma posição ideal para o servo adorar e demonstrar devoção à sua Dominadora. E, se esta em particular for uma das que aprecia ter seus orifícios demoradamente beijados, lambidos e adorados, ela saberá, nestas posições, entregar-se aos mais sonhados prazeres. Enquanto isso ele, estimulado pela ação do dildo em seu ânus e, rebolando neste, manterá sua língua e boca movidas unicamente pelo propósito de satisfazê-la Um chicote de montaria, neste caso, é indicado para manter os quadris do submisso sempre em movimento, garantindo o ritmo da estimulação na próstata.

Sendo penetrado pelo dildo fixo e, satisfazendo oralmente sua Dona, o submisso tem a impressão de estar sendo usado por duas Dominadoras simultaneamente, fato que atiça ainda mais sua libido, além de potencializar a humilhação do escravo, reduzindo sua auto-estima e capacidade de resistir aos comandos de sua Dona.

Logo ele se tornará mais dócil que um cãozinho de colo e, se assim sua Dona o desejar, ele nada negará a ela, submetendo-se à espancamentos, surras das mais variadas formas, humilhações diversas e todas as coisas que ela exigir, pelo tempo que ela julgar conveniente.

As únicas limitações da Dominadora são sua própria imaginação e sua disposição física. Ela poderá intercalar as sessões de Milking com outras atividades físicas, de modo que gradualmente ela renove seu vigor, seu tônus muscular e redesenhe os contornos de sua sensualidade.

Agindo com determinação a Dominadora poderá condicionar seu escravo à ponto dele submeter-se constantemente à suas ordens e solicitações sem, tampouco, empregar nenhuma forma de estimulação direta em seu pênis. Apenas e tão somente pela estimulação anal, feita com dildo ou dedos. Por vêzes, até o simples sussurrar de uma promessa de penetração anal, fará o submisso imediatamente colocar-se de joelhos aos pés dela, feliz, com o rabinho empinado e o pênis pingando de ansiedade por satisfazer sua Dona.

Devido a natureza submissa dos homens aflorar mais intensamente quando estes atravessam estados de frustração sexual, é recomendável que se aplique este método de dominação e controle durante todo o tempo. Lembre-se, manter o submisso em permanente estado de desejo, impedindo sua satisfação completa e, estimulando-o a, desinibida e voluntariosamente, satisfazer sua Dona são os objetivo finais. E, como acima exposto, o milking é, a despeito de outras técnicas, a mais indicada forma para se atingir estes objetivos.

Segue abaixo um testemunho de um submisso que relata-nos sua experiência de ser dominado e escravizado por sua Dona através das técnicas do milking, proibição do orgasmo integral e abuso anal.

“Apesar de eu ser usado por minha Dona de várias formas, atualmente o milking é, de longe, o que eu desejo com mais intensidade. No início o processo era lento, mas agora basta eu sentir o início da massagem para que meu pênis comece a pingar e verter fluidos sem parar. Eu adoro sentir as gotas fluírem lentamente. Eu gosto muito, também, de seus sabores e aromas. Enfim, eu amo permanecer à disposição de minha Dona.

Quando o milking é feito usando um dildo há uma melhor estimulação da próstata e eu auxilio esta ação “cavalgando” o dildo, forçando-o a penetrar-me profundamente, de tal modo que toda sua superfície do dildo toque e estimule minha glândula e sua área circunvizinha.

Depois, quando a Mistress Ramona me penetra, eu balanço meu corpo, rebolando e contorcendo meus quadris como uma putinha, mantendo, assim, o dildo profundamente instalado em meu ânus e, claro, exatamente sobre a minha próstata. Desta forma, meu rabinho se torna semelhante a uma vagina, minha próstata ganha a sensibilidade de um clitóris masculino, enquanto e eu vejo meu pênis ter cada vez menos função.

Por ora, meu pênis é para mim quase um aborrecimento. Ele pertence inteiramente à minha Dona e permanece pronto a todos usos que ela desejar fazer dele. Amarrá-lo, prendê-lo com grampos, pingar vela sobre ele e açoitá-lo são algumas das atividades que a Mistress Romana reserva para ele.

Minha Dona também interessa-se por deixá-lo excitado. Quando ela permite que eu me ajoelhe em frente a ela e devotadamente massageie seus pés, por vezes ela estica suavemente suas pernas, pede languidamente que eu remova com os dentes sua tanguinha, expondo assim, sua maravilhosa e cuidadosamente depilada vagina.

Então ela introduz vagarosamente um de seus dedos e em si mesma e começa a satisfazer-se observando, contente, o pênis rijo de seu escravo, testemunha silenciosa e inquestionável do seu poder de sedução sobre seu submisso. Eu prossigo massageando, beijando e acariciando seus pés, sentindo sucessivas ondas de prazer varrerem seu corpo. Após isso, ela acaricia com seus pés meu pênis e meus testículos, intensificando minha ereção.

Caso seja permitida minha ejaculação completa (o que é muito raro), devo fazê-la sem me tocar, depositando todo o sêmem expelido sobre seus encantadores pés. Logo após a ejaculação, minha Dona permitirá que eu limpe seus pés com minha boca e lábios.

Caso contrário, Mistress Ramona irá massagear minha próstata e recolher todos os fluidos em uma taça. Depois, depositando o conteúdo da taça em um strap-on , ela se deliciará vendo-me lamber todos os fluidos da minha masculinidade.

Eu agora me encontro em tal estado de condicionamento que, se ouço minha Dona falar algo sobre penetrar-me com um dildo ou com seu strap-on, eu fico imediatamente excitado.

Quando ela viola e abusa de meu ânus eu desejo muito satisfazê-la, agraciá-la e venerá-la, bem como receber sua aprovação.
Quanto às posições, eu adoro todas. Contudo, algumas são melhores para a estimulação da próstata no início da massagem e outras são mais adequadas para quando já estou próximo de expelir os fluidos.

Eu não resisto quando eu fico de quatro e sinto a Mistress Ramona penetrar-me por trás com o strap-on. Nesta posição eu posso sentir seu corpo esfregar-se em minha bundinha. Minha Dona também adora esta posição, pois pode recolher em suas mãos as pequenas gotas que vertem do meu pênis e esfregá-las em meu rosto, fazendo-me sentir uma verdadeira putinha.
Minha Rainha também adora saber como eu me sinto deixando-a penetrar profundamente meu ânus somente para seu deleite ou, se eu me sinto como uma prostituta quando ela lubrifica, dilata e explora meu orifício com seus dedos.

Eu também aprecio muito quando ela deita-me de costas e ata minhas pernas, abertas, à cabeceira da cama. Esta posição, onde eu fico totalmente à sua mercê, é muito favorável à estimulação da próstata. Por fim, eu gosto mais ainda quando ela deita-se de costas e permite que eu cavalgue seu strap-on, de frente ou de costas para ela. Quando fico de costas, minha Dona pode apreciar a ação do seu strap-on em meu rabinho.

Nestas ocasiões ela segura firmemente meus quadris e, impulsionando-os ritmadamente para cima e para baixo, vê seu strap-on penetrar-me cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, enquanto eu, desesperadamente, tento obter um definitivo e completo orgasmo, que nunca ocorre.

Qualquer que seja a posição que minha Rainha me penetre, é indescritível a sensação que tenho quando a “glande” do dildo me viola e ela inicia os movimentos de vai e vem. Ela, particularmente, gosta muito de provocar-me, enfiando, tirando, e tornando enfiar só a pontinha do dildo em meu ânus. Isto tira-me completamente o juízo, fazendo meu corpo inteiro tremer e vibrar, mas não alivia meu prazer.

Ela diz que é muito excitante apreciar meu orifício envolver seu dildo, abrindo e fechando, como os lábios de uma boca gulosa e insaciável, enquanto eu me derreto, gemendo.   Claro, que se ela fizer isso combinado com alguns prendedores em meus mamilos ou o emprego de uma chibata de 9 fios, os gemidos ficarão bem mais audíveis.

Ela já observou que este condicionamento realmente funciona por que, após a introdução dele, meu desejo sexual e minhas necessidades foram reduzidas e, com isso, minha natural agressividade masculina foi canalizada apenas para servi-la.

Eu, também, sinto-me mais disposto, atento e obediente à todas as necessidades, desejos e caprichos dela, permanecendo à disposição de minha Dona para servi-la integralmente, independentemente da natureza ou conteúdo de sua solicitação.
Eu vivo para servi-la e ela, por outro lado, serve-se de mim. Assim, nós temos o melhor dos mundos!

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O Guia Prático do Sexo Anal – Sem Medo e Sem Dor

Antes de qualquer coisa, gostaria de avisar que esse é um artigo sério e de teor informativo. Resolvi escrevê-lo ao ver o imenso número de pessoas que ainda tem medo dessa forma de sexo, sem contar o número maior ainda de pessoas que querem fazer e acabam machucando a pessoa receptora.

Não tenho nenhuma intenção de ensinar ninguém a fazer nada, e sim passar o que sei. Acredito que cada praticante tenha suas receitas e técnicas.

Para me referir às pessoas, usarei duas siglas: 
– SA = Pessoa sodomizadora
– SP = Pessoa sodomizada

Seguindo bem esse guia, o sexo anal será prazeroso (dependendo das habilidades sexuais de SA e SP), não causará desconforto, nem medo.

Valem, aos iniciantes, dois ditados populares que caem muito bem nessa situação: 

* Na primeira vez dói. Na segunda vez dói, mas é gostoso. Na terceira vez, é só gostoso…
* Relaxe e goze.

1º Passo: Material aconselhável 

Alguns materiais podem trazer mais segurança na hora do sexo anal. São eles:

– Camisinha reforçada: Como o canal retal é mais apertado que o canal vaginal e não possui lubrificação própria, a camisinha convencional pode se romper mais facilmente durante o coito. Para isso, recomenda-se camisinha reforçada. A Jontex (depois acertamos, Johnson & Johnson) oferece a opção “Jontex Ultra”, que tem o látex duas vezes mais grosso, deixando a relação mais segura.

– Lubrificante à base de água: Esse é o melhor e mais prático método para se ter qualquer tipo de penetração com facilidade. A Johnson & Johnson (esses caras devem ser surubeiros de primeira…) oferece o mais indicado pelos médicos e especialista: O KY que pode ser adquirido em qualquer farmácia ou lojas de produtos para fins sexuais. Há outros produtos desse tipo no mercado, mas só os lubrificantes à base de água são garantidos que não romperão o látex do preservativo.

– Uniforme: Marinheiro, militar, policial… Isso facilita bastante a persuasão de SA à SP, pois fetiche de uniforme é quase um dos maiores chavões do sexo. Agradar e excitar facilita bastante na hora H.

– Brinquedos: Coisas que se compram em lojas especializadas. Um bom exemplo é aquela corda com várias bolinhas, de tamanhos graduais.

Diga não à: 

– Anestesiantes: Isso amolece o bichinho do SA e…

– Lubrificantes alternativos: Assaltar a geladeira na hora do sexo é bom para coisas do tipo “sushi humano”, ou uma melhor degustação do sexo oral, mas como lubrificantes alguns produtos podem diminuir a resistência da camisinha, além de poder irritar as partes mais delicadas. Alguns sexólogos defendem a regra “o que pode por na boca, pode por lá”, mas na prática não é bem assim que funciona.

2º Passo: Preparação 

Para SP:

– Duchinha: essa prática recebe outros nomes, como chuca, jatinho, ect. Constitui-se em lavagem do canal retal. As duas formas mais usuais: Na hora do banho, além de deixar o corpo bem limpinho e cheiroso, com a mangueirinha do chuveiro ligada, posicionar o jato na portinha dos fundos, afastando bem as nádegas e, se possível, abrindo um pouco o buraquinho com os dedos. Assim o jato da água entra no canal e limpa-o perfeitamente, eliminando o desconforto de… Bom… Nem te conto; Também pode ser feito no bidê (caso tenha) da mesma forma.

– Produtos farmacêuticos: Há na farmácia produtos para fins de higiene retal, porém não lembro o nome, e atualizarei o guia assim que tiver essa informação (aposto que também é da Johnson & Johnson).

Atenção!!! Aconselha-se a recusa de sexo anal quando SP estiver com diarréia…

Para SA:

Além da higienização básica, recomenda-se um pouco de filosofia:

* Não é com força, é com jeito.
* No dos outros NÃO é refresco.
* O amor é a chave de tudo, mas começando com cuidado está bom demais.
* Paciência nem sempre é sinônimo de sabedoria. Nesse caso é!

3º Passo: Pré-penetração 

Depois de ambas as partes tiverem decidido fazer sexo anal, recomendam-se alguns cuidados, principalmente da parte SA. Há vários macetes para tal, mas de início tentarei passar algo do básico:

– Preliminares: Como toda forma de sexo, é bom não tentar entrar em campo antes do aquecimento. No sexo anal, invés de lubrificar, como no sexo vaginal, essa prática ajuda o relaxamento de SP, que facilita muito para ambos. Não há segredos, para quem já faz…

– Beijinho: Caso SA gostar, ou não se importar, alguns beijinhos na área de atuação pode facilitar o relaxamento. É como sexo oral convencional: se SP é higiênico, não há problemas. Beijos, e língua na portinha.

– O Dedo: Essa é uma parte importante da pré-penetração. Penetrar o dedo no reto de SP acostuma o local com a “invasão”, o que a faz ser mais bem aceita. Preferencialmente com bastante lubrificante, introduza o dedo no loló vagarosamente. Pode aproveitar o tempo para acariciar o popô de SP, ou outras coisas a gosto. Depois que o dedo entrar inteiro, retire-o e insira-o novamente, vagarosamente. Lá dentro, pode fazer o que quiser com o dito cujo: brincar um pouco, simular penetração, tatear para ver como é, ect. Depois de certo tempo, pode tentar com dois dedos, ou três, mas atenção: Um dedo pode ser suficiente, e não é por que dois não entram que o marmanjo também não vai entrar.

Durante as pré-preliminares pode-se fazer outras coisas para acostumar o reto com a penetração, aí vai da criatividade do casal.

4º Passo: A penetração propriamente dita

Esse é certamente o passo mais esperado e complicado. Recomendo que de inicio, SA permaneça totalmente quieto, deixando o trabalho para SP, pois esse colocando o bicho pra dentro saberá se está machucando ou não, e poderá ir da maneira que lhe for melhor.

É extremamente aconselhável a abundância de lubrificantes, tanto em SP quanto SA. Lambuze bastante! Um truque que aprendi que pode servir para os gajos antipatizastes da camisinha: Colocando uma gota de lubrificante na glande (cabeça do treco), antes de pôr o preservativo, além de facilitar a colocação desse, aumenta bastante a sensibilidade o pênis.

É importante que SP esteja em total relaxamento, e sem medo. A tensão enrijece o músculo anal, tornando a penetração extremamente dolorosa. Vontade é essencial!

A clássica posição “cachorrinho” nem sempre é a melhor para a primeira penetração anal. Sugiro a cavalgada. Com SA deitado, e com o pênis devidamente enrijecido (duro não dobra, mole não entra), SP por cima ajeita o “menino” na portinha, e vai sentando gradualmente nele, segurando com a mão. Afastar as nádegas de SP com as mãos também facilita bastante.

Depois de ter introduzido confortavelmente todo o instrumento, convêm à SP estabilizar um pouco, de preferência apertando o pênis com o ânus, assim acostuma-o mais fácil.

Feito isso, retire o pênis, e repita a operação de introdução mais duas vezes. Na terceira vez é bem provável que entrará sem dificuldades.

5º passo: Aí é com vocês… passar o que sei sobre penetração anal é uma coisa, querer ensinar a transar é outra! (=)

Espero que esse pequeno e simples guia que preparei possa facilitar a vida dos casais e pessoas que desejam essa prática, assim como derrubar medos ou tabus.

O sexo anal, como já disse, realmente pode ser doloroso na primeira vez, mas feito com jeito, e principalmente, vontade e carinho, torna-se uma prática prazerosa para ambas as partes, e incrementa o repertório sexual do casal.

Repito que não tenho a pretensão de ensinar ninguém a fazer isso. Creio que cada um tenha suas técnicas. Estou apenas passando as minhas.

E divirtam-se! (.)

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